quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Uma Escol@ para todos!

Uma escola para todos


Ao incluir alunos com deficiência, a instituição escolar muda sua perspectiva de mundo, ajuda professores a repensarem seu papel e contribui para a construção de uma nova geração - aquela que sabe que, entre as diferenças, todos somos iguais...


Maria Fernanda Vomero


 Há mais de duas décadas e meia, a Constituição brasileira prevê a inclusão de alunos com deficiência nas classes comuns, estabelecendo igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola. Embora ainda existam resistências, essas crianças deixaram de ser "invisíveis", não se encontram mais "escondidas" e já ocupam seu espaço no ambiente socioeducativo. Os resultados preliminares do Censo Escolar de 2012 indicam, mais uma vez, aumento nas matrículas em educação especial na rede pública. Mas, para que sejam incluídas de fato, e não se tornem meras figurantes de um sistema e sim protagonistas do próprio aprendizado, é fundamental que a instituição escolar reveja suas premissas.
Segundo os resultados preliminares do Censo Escolar MEC/Inep de 2012, o Brasil ampliou em 7,64% o número das matrículas em educação especial na rede pública em relação ao ano anterior, passando de 584.124 para 628.768 matrículas. Os dados finais de 2012 para a rede particular de ensino ainda não foram divulgados, mas em 2011 foram registradas 163.409 matrículas de alunos com deficiência em estabelecimentos privados - 20% delas em escolas inclusivas, as demais (130.798) em instituições exclusivas e classes especiais.
A gradual presença de alunos com deficiência no ensino regular frequentando classes comuns ao lado de outros estudantes colocou em xeque a escola, como instituição, e revelou quão conservador era o sistema de ensino em vigor até então. Além disso, mostrou também como a própria formação de professores para a Educação Básica estava contaminada por clichês e estereótipos e respondia insatisfatoriamente às necessidades de todos os estudantes. "O aluno com deficiência é o grande bode expiatório de um processo de formação docente em alguns momentos fracassado e de uma estrutura escolar que precisa ser modificada", diz Fabiana Stival Morgado Gomes, gerente de educação inclusiva da Secretaria de Educação de Santo André (SP). "Ele propicia essa mudança, revela onde a escola tem de se renovar - e não para favorecer só essa criança, mas para aprimorar o aprendizado de todos os alunos. Temos uma escola que se mantém igual e reproduz modelos e movimentos há anos, e uma sociedade que pede um ensino muito mais dinâmico. Um professor com maior rigidez, que não enxerga essa escola em outro contexto, responsabiliza o aluno com deficiência", afirma ela.

O dilema do professorFigura essencial para viabilizar a educação inclusiva, o professor da sala regular é quem inicia, na prática, o movimento de acolhida da criança com algum transtorno ou deficiência. Não se trata de um trabalho simples. Afinal, se por um lado pairam sobre esse professor exigências vindas de várias instâncias (direção, rede de ensino, MEC, famílias...), por outro, é ele quem está no contato diário com os estudantes, acompanhando seus progressos, descobrindo a singularidade de cada um e estabelecendo com eles uma relação de confiança. Por isso, é compreensível que, diante de uma criança autista, cega ou com comprometimento motor, por exemplo, algum docente possa pensar: "tenho de dar conta de ensinar esse aluno e não sei o que fazer para que ele aprenda". E, então, rapidamente - e de modo equivocado - conclui: "não estou preparado". "Existe o mito de que, na universidade, vamos conseguir preparar integralmente o professor para sua prática. Não vamos, porque a prática educativa é riquíssima. Nunca os faremos capazes de atuar sabendo o que vai acontecer no futuro. Afinal, a situação numa sala de aula é sempre imprevisível", afirma Leny Magalhães Mrech, psicanalista e coordenadora do Núcleo de Estudos de Psicanálise e Educação (Nupe), da Faculdade de Educação da USP.
Segundo ela, certas ideias ultrapassadas ainda influenciam o comportamento de professores do ensino regular. Até início dos anos 1980, por exemplo, acreditava-se que uma criança com deficiência intelectual não pudesse ser alfabetizada, nem conseguisse aprender. "Por conta disso, nem se oferecia à criança a possibilidade de ter contato com materiais de leitura e escrita. Hoje se sabe que essa postura é totalmente equivocada", diz Leny. "Porém, muitos professores ainda olham essas crianças como se elas estivessem em defasagem. Não escutam a criança; escutam o próprio preconceito."

segunda-feira, 23 de julho de 2012

O VI CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE SÍNDROME DE DOWN"

 
Bem-vindos a Recife e Olinda!
É com grande satisfação e alegria que recebemos vocês!
Pernambuco tem a honra de pela primeira vez sediar um Congresso Brasileiro sobre Síndrome de Down.
" tem como tema "AGORA É A NOSSA VEZ: NADA SOBRE NÓS SEM NÓS".
Foi idealizado pela parceria da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down e Associação de Pais e Amigos de Pessoas com Síndrome de Down-PE, sob a égide da CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA da qual o Brasil foi signatário – dentre 153 países – e que veio a ser ratificada com "status" de Emenda Constitucional pelo Decreto Legislativo nº 186 de 09 de julho de 2008 e promulgada pelo Decreto nº 6.949 de 25 de agosto de 2009.
Trata-se de um documento inovador, de importância maior para o MOVIMENTO das pessoas com deficiência em todo o planeta. Seus comandos foram iluminados pelos direitos humanos, inaugurando-se, assim, uma nova era, na qual as deficiências deixam de ser focadas prioritariamente como problemas da área de saúde para se tornar uma questão social, reconhecendo-se a importância da autonomia e independência individual dessas pessoas, refletida na liberdade de fazer as próprias escolhas!
É um salto de qualidade, pois propicia a discussão do tema proposto respaldado nos avanços tecnológicos e científicos. Tem-se, então, um novo momento no capitulo da história do MOVIMENTO no qual a pessoa é valorizada por seus potenciais, sendo-lhe oportunizado o verdadeiro crescimento cidadão, respeitando-lhes os desejos e decisões e, então a dignidade inerente a qualquer ser humano. Não se centra mais o problema exclusivamente na pessoa com deficiência, mas na sociedade como um todo e no entorno dessas pessoas!
Preparamos uma programação que vai contemplar uma grande diversidade de temas para debate, reunindo os múltiplos aspectos que instrumentalizam as pessoas com síndrome de Down, seus familiares e profissionais a exercitarem a prática inclusiva como forma de conquistar a desejada cidadania para esse grupo de brasileiros e brasileiras, em respeito aos princípios constitucionais da igualdade, da solidariedade, da dignidade e da não discriminação, visando à busca de um futuro saudável.
"AGORA É A NOSSA VEZ: NADA SOBRE NÓS SEM NÓS", foi o tema escolhido, com base na necessidade agora determinada por lei, das pessoas com deficiência intelectual exercerem o PROTAGONISMO de tudo o que diz respeito às suas vidas.
Junte-se a nós e seja mais um na luta pela inclusão!
Desejamos a todos um excelente Congresso!

Maria Thereza Almeida Antunes
Presidente do Congresso

sábado, 7 de julho de 2012

MEUS VÍDEOS...

VI CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE SÍNDROME DE DOWN-INFORMES

Período - De: 
11 Outubro, 2012 (Todo dia)
Período - A: 
13 Outubro, 2012 (Todo dia)

Público-Alvo: 
Familiares, Profissionais, especialistas e demais interessados.

Local: 
Centro de Convenções de Pernambuco (Olinda / PE)

Informações: 
http://www.cbsdown2012.com.br/
Inscrições: 
http://www.cbsdown2012.com.br/








VI CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE SÍNDROME DE DOWN

http://www.cbsdown2012.com.br/inscricoes.php


Inscrições - Taxa de inscrição para o Evento

Participantes/Categorias
Até 16/07
Até 10/09
No Local

Familiares (Mãe/Pai/Irmão/Tios/Avós de pessoa com síndrome de Down)
R$ 90,00
R$ 120,00
R$ 150,00
Profissionais, especialistas e demais interessados
R$ 130,00
R$ 150,00
R$ 200,00
Estudantes
R$ 40,00
R$ 60,00
R$ 100,00
Pessoa com SD
Grátis


Taxa de inscrição para cursos / oficinas durante o Evento
Participantes/Categorias
Até 16/07
Até 10/09
No Local

Profissionais, especialistas e demais interessados
R$ 60,00
R$ 80,00
R$ 100,00
Estudantes
R$ 30,00
R$ 40,00
R$ 50,00
Pessoa com SD
Grátis


Atenção! O pagamento através de boleto bancário tem prazo de compensação de 5 dias úteis, faça sua inscrição em tempo hábil para acesso ao envio dos trabalhos.
A inscrição poderá ser cancelada mediante apresentação de justificativa e dados bancários para reembolso da quantia equivalente a 80% do valor pago, ou ser transferida para outrem, desde que solicitado por escrito à Secretaria Executiva, até 30 dias antes do evento – 11 de setembro de 2012. Após essa data não será efetuado reembolso ou transferência de inscrição.





PARA TRABALHOS CIENTÍFICOS:



DATA LIMITE DE ENVIO: 15 DE AGOSTO DE 2012




  • Os trabalhos deverão ser submetidos somente através do site www.cbsdown2012.com.br, impreterivelmente até dia 15 de agosto de 2012. Não serão aceitos trabalhos encaminhados por outras vias (correios, fax, e-mail e etc...).
  • A inscrição dos trabalhos científicos somente será realizada através do preenchimento do formulário de tema livre, que estará disponível em sua área reservada após à efetivação da inscrição do autor apresentador no 6° Congresso Brasileiro de Síndrome de Down.
  • No ato do envio do resumo do trabalho cientifico, o autor apresentador deverá estar inscrito no congresso.
  • A inscrição dos autores dos trabalhos no congresso não garante a aceitação dos trabalhos enviados para seleção.
  • Cada inscrição poderá submeter até 3 (três) trabalhos.
  • Para que os trabalhos sejam avaliados pela comissão científica do evento, precisam ser enviados até a data limite (15/08/2012).
  • Forneceremos um único certificado no qual constarão nomes dos autores e co-autores, obedecendo a ordem dos autores na submissão do trabalho
  • Só serão aceitos trabalhos que respeitarem as normas descritas neste documento.
  • A Comissão Científica julgará os trabalhos e os classificará como: Aprovado ou recusado. As decisões da Comissão Científica serão irrevogáveis. As respostas serão enviadas em tempo hábil após avaliação. O envio do resumo representa o compromisso definitivo do(s) autor(es) em apresentar o trabalho, se aceito, durante o Congresso.
  • Compete ao autor assinalar a área de conhecimento especifica do trabalho. A Comissão Julgadora poderá remanejar o trabalho para outra área se assim, achar mais adequado.
  • Os autores dos temas livres, ao enviar o trabalho para o VI Congresso Brasileiro de Síndrome de Down, autorizam a ASPAD (Associação de Pais e Amigos de Pessoas com Síndrome de Down) a publicar o resumo com finalidade de divulgação em âmbito nacional, internacional e em quaisquer meios de comunicação, não cabendo qualquer direito autoral.
  • Resumos incompletos, sem apresentação de resultados ou resumos de projetos não serão aceitos.
  • A decisão sobre a aceitação do(s) resumo(s) e a forma de apresentação será encaminhada ao endereço eletrônico do autor indicado no formulário até 18 de setembro de 2012.
  • Apresentação em Pôster: O Pôster deverá ser confeccionado pelos autores na medida: 90 cm de largura até 140 cm na altura. Será necessária a presença do autor apresentador durante o período designado para a apresentação, caso o mesmo não esteja presente, será facultado à Comissão Organizadora o fornecimento do certificado. Os autores serão responsáveis pela colocação e retirada dos pôsteres.
  • O pôster deverá apresentar: título, autores, introdução, material e métodos (quando pesquisa), diagnóstico ou plano de tratamento (quando casos clínicos), resultados e conclusões e referências bibliográficas.
  • Apresentação Oral: O tempo de apresentação será de 12 (doze) minutos e 03 (três) minutos para discussão. Serão disponibilizados equipamentos áudios-visuais (videoprojetor, computador e microfone).
  • Os resumos devem ser inéditos, não tendo sido previamente publicados ou apresentados em congressos nacionais ou internacionais.
  • Não colocar referência bibliográfica no final do resumo.
  • O resumo deverá representar uma contribuição científica original. Poderá ser redigido em português, com até 2.500 caracteres (incluindo título, autores e instituição).


Título: O título deve expressar exatamente o conteúdo do resumo, sendo limitado a 200 caracteres (incluindo espaços). Não utilizar nome de autores e datas no título.
Autor (es): Em letra maiúscula, iniciar pelo sobrenome do autor principal em negrito, seguido das iniciais dos demais nomes. O mesmo procedimento para os demais autores, Sublinhar o nome do apresentador. Não escrever AUTOR (ES) no início do parágrafo. Os nomes devem estar separados por ponto e vírgula. Texto justificado à esquerda. Ex. Silva, B.F.; Oliveira, M.P.
Instituição(ões): Colocar em seguida o nome da instituição (local onde foi realizado o trabalho), sem endereço, apenas cidade e estado.
Palavras-chave: No máximo cinco. Evitar palavras presentes no Título.
Financiadores (campo não obrigatório): indicar agentes financiadores da pesquisa, se existirem.

• Os trabalhos científicos aceitos, planilhas de datas, horários e salas para apresentação estarão disponíveis no site.
• O apresentador ou autor identificado na inscrição do trabalho receberá por e-mail o comunicado sobre sua aprovação ou não e a forma de apresentação.

Temas para classificação dos trabalhos:
• Acessibilidade
• Autonomia
• Educação
• Esportes
• Independência
• Lazer
• Legislação e Direitos
• Movimento Associativo
• Saúde
• Trabalho e Emprego

Quesitos de Avaliação
Todos os trabalhos deverão ser compostos de: título, nomes dos autores e instituições, objetivo, material e métodos, resultados e conclusões.

Os trabalhos serão avaliados segundo os seguintes critérios:
1. Clareza da hipótese e dos objetivos
2. Qualidade na apresentação de pacientes e métodos
3. Clareza dos resultados
4. Pertinência das conclusões
5. Originalidade
6. Relevância científica


Ir para site do grupo
Remova-me da lista de endereçamento do grupo

CONVITE 2012 DO SÃO JOÃO DA AME DOWN! MODELO...

CONVITE

Venha participar da tradicional festa no sábado, 29 de junho de 2012 - 18:00 h, todos com traje típico!
Mais uma comemoração junina da AME DOWN.
Local: Residência de Edineide e Júnior pais de João Pedro (Bancários)
ANIMAÇÃO!!! É O QUE PROMETE A TURMA da Ame Down, QUE JÁ ESTÁ PREPARANDO A FESTANÇA!
TEREMOS UMA MESA COMUNITÁRIA, ONDE TODOS poderão COLABORAR COM COMIDAS TÍPICAS e Refrigerantes para ser compartilhada.
Além de participar do São João, você também pode divulgar nossa rifa que trará um balaio bem recheado e muita alegria.
Precisamos de um ingrediente junino por pessoa, para o recheio do BALAIO DE SÃO JOÃO que será rifado no local
por apenas R$ 2,00... adquira já o seu e BOA SORTE!
Os ingredientes para o Balaio deverão serem entregues até a quinta feira dia 28, para que possamos prepará-lo.

Aguardamos sua presença!

É São João na Ame Down II

















o nosso Arraiá foi um Sucesso!Confiram algumas fotos agora...









é São João, Na Ame Down...Bjs.
Obrigado,á todos vcs que participaram dessa comemoração.